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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

CANTE: Grupo Coral Alentejano Completa 11 anos!

CANTE: Grupo Coral Alentejano Completa 11 anos!

Com o criativo nome de "Bafos de Baco", o Grupo Coral Alentejano, formado em sua maioria por jovens nascidos e moradores da Vila de Cuba, completa 11 anos de existência, comemorando, como é habitual, seu aniversário em grande estilo, numa comemoração que dura 2 dias seguidos.

No próximo Sábado, dia 6 de Dezembro, comemoram no Centro Cultural de Cuba, com um Espetáculo Comemorativo, e trazem como convidados o Grupo Os Relíquias e Rita Valente. Ainda no mesmo dia, tem lugar uma After Party, agora no Pavilhão de Exposições, com os DJs Sin Rumbo e Leo.

No dia seguinte, Domingo 7 de Dezembro, acontece um Jantar Comemorativo, também no Pavilhão de Exposições com atuação dos Bafos de Baco e baile com Rui Chora. Vão perder? Bilhetes á venda na porta dos eventos no prróprio dia.


sábado, 18 de outubro de 2025

LIVRO: Apresentação do Livro Mais 101 Tascas Imperdíveis de Portugal.

Apresentação do Livro Mais 101 Tascas  Imperdíveis de Portugal.
No próximo Sábado, dia 25 de Outubro de 2025, iremos levar a efeito mais um Encontro Literário:

-  Apresentação do Livro Mais 101 Tascas  Imperdíveis de Portugal.

 Com a presença dos Autores - António Catarino e Rui Raposo.

Apresentação de Pedro Luís de Castro.

25 de Outubro de 2025,  16H - Casa Fialho de Almeida, espaço rural.

Cante com o Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba.

Contamos com a vossa adesão e solicitamos confirmação de presença até quinta-feira, dia 23 de Outubro.

Facebook: https://www.facebook.com/acfialhodealmeida

E-mail: ac.fialhodealmeida@gmail.com

domingo, 5 de outubro de 2025

TABERNAS: do Arrufa

A Taberna do Arrufa, localizada na pacata Vila de Cuba, no coração do Alentejo, foi um verdadeiro achado para quem buscava a autêntica gastronomia portuguesa. 

Imagine uma taberna com a vida de outros tempos. Junte-lhe a juventude atrás do balcão e um amor incondicional pela tradição!

Conhecida pela sua cozinha regional e ambiente acolhedor, a taberna oferecia uma experiência que refletia a alma da região.

Ambiente e Localização

Situada numa vila de traço tipicamente alentejano, a Taberna do Arrufa distinguia-se pelo seu espaço rústico e acolhedor. A decoração simples, com elementos que remetiam à vida rural, criava uma atmosfera familiar e descontraída, onde os clientes se sentiam em casa. 

Era o local ideal para uma refeição tranquila e sem pressas, longe da agitação das grandes cidades. E para desfrutar do original Cante Alentejano.

Numa das paredes externas, a frase: "sempre de volta a casa".

Gastronomia

O grande destaque da Taberna do Arrufa era a sua ementa, que celebrava os sabores tradicionais do Alentejo. Entre os pratos mais procurados, estão o borrego assado, confecionado de forma a realçar a sua suculência e sabor, e as migas de pão, um acompanhamento clássico da região. 

A ementa varia consoante a sazonalidade e a disponibilidade dos produtos, garantindo a frescura dos ingredientes e a fidelidade às receitas tradicionais.

Além dos pratos principais, a taberna também se destacava pelas suas sobremesas caseiras, como a sericaia com ameixa de Elvas, um doce conventual que faz as delícias de quem o prova. 

A carta de vinhos era criteriosamente selecionada para harmonizar com os pratos, com destaque para os vinhos alentejanos. Às vezes era chamada também de Adega do Arrufa.

A Taberna do Arrufa era mais do que um restaurante; era um ponto de encontro onde a tradição, a cultura e a boa comida se uniam para proporcionar uma experiência inesquecível. 

Era o local perfeito para quem desejava mergulhar na autenticidade da culinária alentejana e desfrutar de momentos de pura descontração.

Para garantir uma mesa, especialmente aos fins de semana, era aconselhável fazer uma reserva. A sua popularidade e o espaço limitado faziam com que estivesse frequentemente cheia.

O negócio foi restaurado pela Câmara Municipal de Cuba em 2004 e reaberto por um novo casal em 2013. Infelizmente, a Taberna do Arrufa está permanentemente encerrada. A última atualização de que a taberna estava fechada é de abril de 2023.

Palavra Arrufa

A forma arrufa pode ser a segunda pessoa singular do imperativo de arrufar ou a terceira pessoa singular do presente do indicativo de arrufar.

arrufar

verbo transitivo

1. Causar arrufos.

arrufo

(ar·ru·fo)

substantivo masculino

1. Demonstração de agastamento (entre pessoas amigas, calando o motivo dele).

2. Zanga passageira. = TROVISCO

"arrufos", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2025, https://dicionario.priberam.org/arrufos.

verbo pronominal

2. Mostrar mau modo (calando os motivos).

3. Encrespar-se; enrugar-se; entufar-se (o peru).

"arrufa", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2025, https://dicionario.priberam.org/arrufa.

Texto criado por Inteligência Artificial e adendos do autor do blog.

Imagem retirada do Google.

sexta-feira, 9 de maio de 2025

ALENTEJO: Presente em Osaka no Japão!

O Alentejo vai levar cante, bonecos de Estremoz e chocalhos de Alcáçovas à Expo Osaka que começa esta sexta-feira, 9 de Maio, nesta cidade do Japão.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, IP (CCDR Alentejo), na pessoa da vice-presidente Carmen Carvalheira, vai liderar a presença da região na Expo.

«A iniciativa reflete o empenho da região em reforçar as ligações históricas e culturais com o Japão, país com o qual o Alentejo partilha laços desde a Missão Tensho no século XVI», diz a CCDR, em nota de imprensa.

A programação, estruturada em torno de três eixos — passado, presente e futuro — inclui a exposição dos biombos Namban e outros elementos ligados à Missão Tensho, demonstrações do património cultural imaterial do Alentejo inscrito na lista da UNESCO (como o Cante Alentejano, os Bonecos de Estremoz, os Chocalhos de Alcáçovas e as Festas do Povo de Campo Maior), bem como uma antevisão de Évora 2027 – Capital Europeia da Cultura.

Em destaque no programa, está ainda o concerto do artista alentejano António Zambujo, acompanhado pelo Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento, simbolizando a união entre tradição e modernidade.

A participação conta com o envolvimento de diversas entidades parceiras que se associaram a esta representação, nomeadamente: os municípios de Évora, Estremoz, Campo Maior, Vila Viçosa e Viana do Alentejo; a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL); a Entidade Regional de Turismo do Alentejo (ERTA); a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA); a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL); a Associação Évora 2027; a Universidade de Évora; a Biblioteca Nacional de Portugal / Biblioteca Pública de Évora; e o Rancho de Cantadores de Vila Nova de São Bento, entre outras entidades culturais e académicas da região.

Em simultâneo, será inaugurada no dia 9 de Maio, na Biblioteca Pública de Évora, a “EXPO OSAKA NO ALENTEJO”, patente até 13 de Outubro, com a exposição das réplicas dos Papéis do Biombo de Évora, produzidos na região de Osaka, Japão, entre 1583 e 1587.

Fonte: https://alentejo.sulinformacao.pt/2025/05/alentejo-leva-cante-bonecos-de-estremoz-e-chocalhos-de-alcacovas-a-expo-osaka/

segunda-feira, 5 de maio de 2025

CANTE ALENTEJANO: Cuba é um dos berços!

A ALMA QUE SE SENTE NA VOZ

Falar de Cuba é falar do Cante Alentejano. É impossível falar deste património cultural da humanidade sem mencionar o concelho de Cuba que tem hoje, por mérito próprio, o reconhecimento público da sua importância na história do Cante Alentejano sendo reconhecida como a Catedral do Cante.

Embora desvalorizada por estudos etnomusicólogos, em oposição à aparente homogeneidade do Cante Alentejano continia a persistir a opinião popular de que o Cante Altenjano surge dividido por dua grandes áreas: a margem esquerda e a margem direita do rio Guadiana e do seu vale, configurando-o como uma fronteira natural que contribuiu para que o canto polifônico nascesse e crescesse adquirindo idiossincrasias em função das especificidades dos territórios. 

Na margem direita é Cuba que se destaca com as modas mais pesadas, as modas de barro, mais difíceis de cantar e associadas aos barros de Beja - terras em torno daquela cidade que são difíceis de trabalhar. A respiração mais ofegante, os compassos mais lentos e arrastados, a alma que se sente na voz... caraterizam este cante singular e único: O Cante da Cuba.

As modas são de raiz popular, são a expressão da ficionomia da pisagem e da maneira de ser, de estar e de sentir do povo alentejano. São gritos de exteriorização do sentimento das nossas gentes. São o retrato fiel de cenas do quotidiano e sempre num estilo silábico, exprimem sentimentos - o amor, a paixão, a saudade, a tristeza - respeitando o nosso andamento característico onde a ornamentação vocal do alto é projetada, claramente, acima do coro, constituído por vozes marcadas pela dureza do trabalho no campo e pelas amarguras da vida. 

Com a mecanização dos trabalhos nos campos do Alentejo, esta manifestação cultural passou a ter como único palco espontâneo as tabernas e adegas, onde os homens, em momentos de confraternização à volta de petiscos e do vinho, continuaram a dar voz ao que lhes ia na alma, contribuindo desta forma uma salvaguarda mútua de dois patrimónios que tão bem caracterizam a forma de estar do nosso Povo.

Enquanto herdeiros deste património invejável cumpre-nos preservá-lo, em homenagem e agradecimento a todos os Cantadores e Cantadeiras que contribuíram oara a sua preservação e garantir assim que este Povo resiliente jamais se calará perante a adversidade.

Citando Michel Giacometti - "Povo que canta não morrerá"!

Texto de João Português, Presidente da Câmara Municipal de Cuba.

Publicado no livro Cante Alentejano - Cancioneiro Ilustrado - de Fernando Estevens.

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

CANTE ALENTEJANO: 10 anos como Patrimônio da UNESCO!

A propósito dos 10 anos da elevação do cante alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela Unesco, celebrações da efeméride ainda decorrem hoje e amanhã em vários municípios do Alentejo. 

E a Vila de Cuba é um deles. A distinção da Unesco aconteceu a 27 de novembro de 2014.

Chega hoje, sexta-feira (29), ao fim uma semana dedicada às comemorações da elevação do cante alentejano na Vila de Cuba com a exibição do filme “Cante alentejano da Cuba”, às 21:00 horas, no Centro Cultural, e o espetáculo musical “O cante alentejano nas escolas”, com a atuação do Grupo Coral Infantojuvenil do Agrupamento de Escolas de Cuba, “destacando o esforço de transmitir esta tradição às novas gerações”. 

As comemorações foram da responsabilidade da Câmara Municipal local, com a colaboração de várias entidades.

Durante os meses de novembro e dezembro, várias cidades e vilas alentejanas foram palco de eventos especiais, incluindo concertos, debates, exposições e encontros de grupos corais, com o objetivo de promover a continuidade e a transmissão desta tradição às gerações futuras. Destaques do programa incluíram:

ENCONTRO DE GRUPOS CORAIS DO CONCELHO DE CUBA: Reunindo diversos grupos de Cante Alentejano de Cuba, este evento celebra a diversidade e riqueza do Cante desta cidade.



sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Cante na Taberna do João Fitas em Cuba do Alentejo

Este vídeo foi identificado no YouTube como sendo uma Taberna em Cuba do Alentejo. Na época Taberna do João Fitas (atual Casa Canavial) no ano de 1975/76.

Já identificamos algumas pessoas no vídeo. Identifica mais alguém no vídeo? Envie mensagem para a gente para que possamos colocar os devidos nomes de todos os que aparecem.

Segundo António Beiçudo, alguns dos que estão no vídeo são: os que ainda cá estão, do mais velho para o mais novo, Manuel Martins “Ti Lé”; “Baléi” Chaveiro; Carlos Açucena; Manuel Filipe; José Galinha; Francisco Fitas; Sérvola Almeida; e João Fitas (dono da taberna). Identificado também o avô de Filipe Nunes.

Memória é Cultura!

Publicado pelo Grupo Coral e Etnográfico "Cubênses Amigos do Cante" da Cuba, Alentejo.


Agradecimentos ao António Beiçudo e ao Filipe Nunes.


 

25 DE ABRIL: Ditadura Nunca Mais!