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quarta-feira, 15 de maio de 2024

Grupo Altis: Beja é solução até Alcochete funcionar

“Lisboa precisa de um aeroporto provisório até termos Alcochete a funcionar, prevendo-se que esta infraestrutura demore mais de uma década a concretizar”, defende Raul Martins, dono do grupo Altis, ex-presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), e atualmente presidente do seu conselho geral..

“Até lá, a solução deve passar pela criação de um aeroporto provisório em complemento da operação na Portela, a partir das bases militares próximas de Lisboa, designadamente no Montijo, ou no aeroporto existente em Beja”, explicita Raul Martins.

Beja seria a melhor solução para o “aeroporto provisório” a servir Lisboa até se concretizar a solução de Alcochete, uma vez que “o Montijo obrigaria a maiores investimentos em obras”, como realça o vice-presidente da associação hoteleira.

Nesta perspetiva, o aeroporto de Beja funcionaria, em complemento da Portela, “como hub para voos intercontinentais, onde se verifica que mais de 30% dos passageiros não ficam em Lisboa e seguem para outros destinos”, detalha Raul Martins, frisando que tal solução envolveria “colocar uma taxa de aeroporto inferior para tornar a situação comercialmente interessante, pois a taxa aeroportuária em Beja não pode ser igual à de Lisboa”.

Fonte: Semanário Expresso – Edição Online

Leia mais em: https://radiocastrense.pt/dono-da-cadeia-hoteleira-altis-diz-que-beja-seria-a-melhor-solucao-para-o-aeroporto-provisorio-ate-termos-alcochete/

terça-feira, 12 de março de 2024

Melhor ano turístico de sempre no Alentejo em 2023

O turismo no Alentejo cresceu, em 2023, cerca de 10% comparativamente com o ano anterior. Foi, aliás, o melhor ano de sempre, com mais de 260 milhões de euros em receitas de alojamento. 

Em entrevista, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Santos, diz que estes resultados trazem “maiores responsabilidades” para gerar “um modelo de desenvolvimento que crie mais riqueza e se traduza em melhores condições de vida”. 

A região foi o destino turístico do país que mais cresceu nas dormidas de portugueses, com um crescimento de 7,8%. A média de crescimento no mercado nacional foi de 2,1%, o que significa que o Alentejo está a ganhar cota de mercado em relação a outros destinos. 

Isso é bom, porque tem muito a ver com a estratégia de desenvolver e consolidar esta relação cada vez mais próxima entre os portugueses e o Alentejo. Relativamente ao mercado nacional, os resultados são globalmente melhores. 

O Alentejo teve 3,3 milhões de dormidas, portanto é um novo recorde, e é um valor muito significativo à nossa escala. Em 2022 a região tinha tido pouco mais do que três milhões de dormidas. Outro dado importante é que conseguimos recuperar do número de hóspedes estrangeiros para níveis de pré-pandemia, superando os resultados de 2019.

Texto de Ana Luísa Delgado e Fotografia de Gonçalo Figueiredo

Confira mais desta entrevista com José Santos no link: https://swportugal.pt/melhor-ano-turistico-de-sempre-traz-mais-responsabilidades/

25 DE ABRIL: Ditadura Nunca Mais!