Um blog sobre a Vila de Cuba, uma histórica e charmosa vila no (Baixo) Alentejo, Sul de Portugal. O concelho onde nasceu Cristóvão Colombo!
segunda-feira, 6 de abril de 2026
PETIÇÃO: Utilizadores de Comboio Pedem Melhores Serviços
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
PORTAGENS: O fim delas na região pode Beneficiar Cuba!
No caso da A2, a isenção aplica-se entre os nós A2/A6/A13 e o de Almodôvar.
Embora considerem a isenção uma medida "positiva" e "essencial" para reduzir custos para empresas e melhorar o acesso, os líderes das entidades (António José Brito da CIMBAL e David Simão do NERBE) são unânimes em sublinhar que, isoladamente, a medida é insuficiente.
O que é realmente "fundamental" e teria o maior impacto na economia do Baixo Alentejo é:
A construção de uma autoestrada até Beja (os 40 km que faltam).
A eletrificação urgente da ferrovia.
A valorização do Aeroporto de Beja.
A concretização destas infraestruturas é vista como decisiva para a plena afirmação e sucesso do Aeroporto de Beja.
Relação e Benefícios para a Vila de Cuba
A Vila de Cuba insere-se diretamente no Baixo Alentejo e, portanto, é afetada por todas as questões e decisões reportadas na notícia.
Relação com a Notícia:
Cuba está no Baixo Alentejo: A vila faz parte da área de abrangência da CIMBAL e, consequentemente, das preocupações e prioridades regionais defendidas pelos líderes da CIMBAL e NERBE.
Proximidade à A2: Embora Cuba não esteja diretamente no troço de isenção mencionado (A2/A6/A13 até Almodôvar), a melhoria geral da acessibilidade rodoviária na região e a potencial redução do custo de transporte na A2 beneficia indiretamente todas as empresas e residentes que dependem desta autoestrada para ligação a Lisboa e ao Norte.
Ligação Vital a Beja: Cuba está a cerca de 18 km de Beja. Qualquer infraestrutura que melhore a ligação a Beja tem um impacto direto na vila, seja através de acessos ao Aeroporto de Beja, seja na melhoria das ligações a grandes eixos rodoviários (A2/A6).
Benefícios para a Vila de Cuba:
| Benefício | Isenção de Portagens (A2) | Autoestrada até Beja |
| Económico | Redução de Custos: Empresas de Cuba (especialmente de transporte e logística) que utilizem a A2 para escoar mercadorias veem os seus custos operacionais diminuídos, tornando-as mais competitivas. Segundo o INE (Instituto Nacional de Estatística), em 2022 existiam 644 empresas no Concelho de Cuba, todas PME (pequenas e médias empresas). * | Acessibilidade Empresarial: Melhora drasticamente a atratividade de Cuba para novas empresas, uma vez que a distância temporal ao centro de Beja e à rede nacional de autoestradas seria menor. |
| Comercial | Estímulo ao Uso de Vias Seguras: O custo zero (para os elegíveis) incentiva o uso da autoestrada, mais rápida e segura, em detrimento de vias secundárias, economizando tempo e aumentando a segurança nas viagens. | Afirmação do Aeroporto de Beja: Um acesso mais rápido a Beja apoia a afirmação do Aeroporto. Isso pode gerar oportunidades de emprego e negócios em Cuba relacionados com a logística, turismo ou serviços aeroportuários. |
| Social / Turístico | Facilidade de Deslocação: Residentes de Cuba que trabalham ou têm atividades em Lisboa ou noutras zonas acessíveis pela A2 têm um custo de deslocação menor, o que pode melhorar a qualidade de vida. | Atração de Visitantes: Cuba torna-se mais fácil de aceder para turistas e visitantes de outras partes do país, potenciando o comércio local e o turismo rural. |
A isenção de portagens é uma boa notícia para Cuba por aliviar os custos imediatos. Contudo, o grande e transformador benefício para o futuro económico e social da vila, segundo os líderes regionais, virá da concretização da autoestrada e da ferrovia eletrificada, que ligarão Cuba (via Beja) de forma eficiente ao resto do país. E vamos continuar a bater nessas teclas.
* Site do INE: https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_unid_territorial&menuBOUI=13707095&contexto=ut&selTab=tab3
Saiba mais: https://correioalentejo.com/cimbal-e-nerbe-aplaudem-isencao-de-portagens-na-a2/
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
Governo vai eletrificar linha para Beja até 2024
A informação consta de uma resposta do Ministério das Infraestruturas aos deputados do PCP João Dias e Bruno Dias e foi publicada na página do Parlamento na segunda-feira.
“Estima-se que a aprovação deste projeto ocorra no final de 2024, findo o processo de Avaliação de Impacte Ambiental e emissão da Declaração de Impacte Ambiental respetiva, por parte da Agência Portuguesa do Ambiente”, refere o gabinete liderado por João Galamba.
A modernização e eletrificação do troço Casa Branca-Alentejo consta do Programa Nacional de Investimentos para 2030 (PNI 2030), como projeto para executar até 2025. No entanto, em junho de 2021, a Infraestruturas de Portugal (IP) assumia que as obras apenas deveriam ficar concluídas em 2027.
“O lançamento da empreitada será feito em 2024 e a obra decorrerá em 2025, 2026 e, porventura, ainda no início de 2027”, afirmou o então presidente da IP, António Laranjo, durante uma audição na Assembleia da República.
O orçamento para a empreitada seria de mais de 100 milhões de euros, com comparticipação, em até 85%, do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), referiu o mesmo responsável.
Estudos desde 2015
Em julho de 2015, um estudo da IP apontava para obras no valor entre 68 e 94 milhões de euros. No cenário mínimo, 68 milhões de euros seriam suficientes para o troço Casa Branca-Beja ter comboios elétricos até 140 km/h, graças à colocação de catenária, sinalização eletrónica e ainda a supressão das 17 passagens de nível.
Para os comboios circularem até 200 km/h, a despesa sobe para 94 milhões de euros: além da eletrificação, é necessário construir cerca de 12,5 quilómetros de variantes ao traçado original.
Comboio Direto Lisboa-Beja
Com a eletrificação da Linha do Alentejo até Beja, que passa por Cuba, voltará a ser possível fazer comboios diretos, por exemplo, entre Lisboa e Beja, o que deixou de acontecer em maio de 2010, devido à modernização da linha entre Bombel e Casa Branca.
Atualmente, de Lisboa até Beja, são necessárias duas horas e sete minutos, com mudança de comboio e linha em Casa Branca.
Aeroporto de Beja
Está ainda em estudo a viabilidade da ligação da Linha do Alentejo ao Aeroporto de Beja. A variante poderá custar 20 ou 26 milhões de euros, permitindo uma viagem de comboio até Lisboa em cerca de uma hora e 30 minutos.
A escolha mais barata tem uma extensão de 12,8 quilómetros; serve para as instalações militares e o transporte de mercadorias por via aérea. A opção mais cara está mais vocacionada para passageiros e prolonga-se por perto de 17 quilómetros.
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